Últimas Leituras

julho 02, 2017

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Depois do Eu e o Bam adormecer, as leituras floriram. Foi uma coincidência, mas as minhas leituras estavam a um bom ritmo e só nestes últimos quinze dias é que abrandaram. Vamos então a um resumo do que se tem passado nestas últimas semanas!

Livros lidos:

1. Os Garotos-Corvos, de Maggie Stiefvater
2. Almanova, de Jodi Meadows
3. Asylum, de Madeleine Roux
4. Despedaçada, de Teri Terry
5. Amor às Claras, de Laura Kaye
6. Estudos sobre Veneno, de Maria V. Snyder
7. Estudos sobre Magia, de Maria V. Snyder
8. Estudos sobre Fogo, de Maria V. Snyder

Três trilogias / séries começadas mas que provavelmente não serão terminadas.
Duas trilogias terminadas.
Uma duologia terminada.
Nada mau :)

O que ando a ler:

1. Despertar do Crepúsculo, de Anne Bishop. Estou a ler há tanto, tanto tempo! Mas é o último livro das Jóias Negras. Eu não quero acabar de ler. Só ontem terminei o primeiro conto e já custa muito!
2. Venenos da Coroa, de Maurice Druon. Quero muito acabar este livro, pois sei que me espera uma história fantástica - mas depois o de Anne Bishop começa a piscar-me o olho e eu simplesmente perco-me.
3. Até o Fim do Mundo, de Tommy Wallach. O meu companheiro em .epub e uma história que, apesar de todos os clichés, me está a agradar imenso.
4. Eu Estou Pensando em Acabar com Tudo, de Iain Reid. O primeiro livro que decidi ler para a Dark-a-Thon mas que para já está a ser uma leitura confusa.

O que ainda quero ler:

1. Dexter, a Mão Esquerda de Deus, de Jeff Lindsay. Dark-a-Thon!
2. A Garota no Trem, de Paula Hawkins. Dark-a-Thon x2 😊

Parece-me que vai ser um mês de Julho, espero eu, bastante interessante!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.